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Santos,03/01/2026

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    Advogado é detido em condomínio de alto padrão durante operação contra lavagem de dinheiro e tráfico em MT e MS

    Polícia Civil identifica esquema milionário; operação apreende mais de R$ 650 mil em espécie.

    Portal Sindiconline
    Advogado é detido em condomínio de alto padrão durante operação contra lavagem de dinheiro e tráfico em MT e MS Esquema de tráfico de drogas é alvo de operação em MT e MS — Foto: G1

        A Polícia Civil de Mato Grosso prendeu, nesta quarta-feira (3), o advogado Rodrigo da Costa Ribeiro, apontado como um dos investigados da Operação Efatá, que mira um amplo esquema de lavagem de dinheiro ligado ao tráfico de drogas nos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Na ação, os agentes encontraram mais de R$ 650 mil em dinheiro vivo.

        Em comunicado oficial, a OAB-MT informou que abriu um processo de suspensão preventiva contra o profissional. A entidade destacou que o Tribunal de Ética e Disciplina agiu imediatamente após tomar conhecimento das “graves acusações que atentam contra a dignidade da advocacia” e que solicitou informações à Secretaria de Segurança Pública para adotar outras medidas necessárias.

        Rodrigo foi encontrado pela equipe policial em um condomínio de luxo em Cuiabá. Outras duas pessoas também foram presas durante a operação.


        Como funcionava o esquema, segundo a investigação


        A Operação Efatá cumpriu mandados em várias cidades mato-grossenses, incluindo Cuiabá, Várzea Grande, Água Boa, Sinop e Primavera do Leste. De acordo com a Polícia Civil, os investigados pertencem a uma facção criminosa envolvida em movimentações financeiras de grande proporção.

        Além das prisões e apreensões, a Justiça autorizou o bloqueio de contas bancárias que somam mais de R$ 41 milhões, além da restrição de imóveis vinculados ao grupo. Somente um dos integrantes teria movimentado mais de R$ 295 milhões, conforme apontam os investigadores.

        As apurações revelaram que a organização utilizava um intrincado sistema de lavagem de dinheiro, valendo-se de empresas de fachada e pessoas interpostas (“laranjas”) para o fluxo ilegal de recursos. A rede envolvia transferências entre contas de membros da facção e familiares, como forma de dificultar o rastreamento das quantias.

        As investigações seguem em andamento.





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